sábado, 12 de janeiro de 2013

RoboGeisha (2009)

NOTA: 5,5
Nota que o IMDB deu: 5,5
RoboGeisha é a síntese do "só é bom porque não faz sentido". É um típico filme japonês: tem robôs gigantes, mulheres com pouca roupa, prédios que sangram, muito Hollywood-Fu, espadas, gore e violência. Tudo em volta do drama familiar de várias que famílias que tiveram suas mulheres jovens sequestradas para serem transformadas em robôs geishas assassinas. Bem, vindo de Noboru Iguchi, o diretor de Machine Girl (2008) e Mutant Girls Squad (2010), não poderíamos esperar outra coisa mesmo.
As irmãs Yoshie e Kikue são organizadas por uma misteriosa organização e são transformadas em sanguinárias Gueixas-Ciborgue Assassinas. (Filmow)

Argo (2012)

 **INDICADO AO OSCAR DE MELHOR FILME**
NOTA: 7,6

Nota que os frescos do IMDB deram: 8,1

Mais um bom filme americano sobre Oriente Médio? Srlsy? O roteiro lembra muito os episódios do Esquadrão Classe A. Uma missão de resgate sem disparar um tiro sequer, invadindo o Irã fingindo ser produtores de cinema. Não, não, isso não parece. Isso É Esquadrão Classe A. O filme conta com a produção de Ben Affleck. Estranho, pensei que ele só fizesse comédia romântica pra viados. Ah, e eu nunca mais vou conseguir olhar o John Goodman e não lembrar de Big Lebowski. AM I WRONG?!
O filme se inicia em 4 de novembro de 1979, quando a embaixada norte-americana em Teerã é invadida por militantes islâmicos e estudantes iranianos, exigindo a extradição do ex-governante do país Mohammad Reza Pahlavi, em tratamento de saúde nos EUA, gerando a crise de reféns no Irã. Entretanto, seis americanos conseguiram sair da embaixada antes da invasão, escondendo-se na residência do embaixador do Canadá. A CIA estuda meios de resgata-los e Tony Mendez engendra a idéia de resgate por meio de uma equipe de produção de um falso filme de ficção científica, chamado Argo. Com o apoio de seu chefe, Jack O'Donnell e com a ajuda de John Chambers, um renomado especialista em maquiagem da indústria cinematográfica e do ator Lester Siegel, monta uma equipe e viaja até Istambul, antes de chegar a Teerã. Ali, treina as novas identidades com os refugiados, que passarão a ser cidadãos canadenses membros da equipe do filme, que retornarão aos seus lares num voo da Swissair. (Wikipédia)

Amour (2012)

**INDICADO AO OSCAR DE MELHOR FILME**
 NOTA: 0,5
Nota que os viadinhos do IMDB deram: 8,1
Amour, aka FILME FRANCÊS CHATO PRA CARALHO QUE DURA DUAS HORAS.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Enter the Dragon (1973)

NOTA: 5,6
Nota que os baba-ovos do IMDB deram: 7,6
Apesar de gostar bastante de filmes de ação, sempre achei filmes de artes marciais chatos pra caralho e, às vezes, até mesmo gays. Como um clássico dos filmes de artes marciais, "Enter The Dragon" também ficou meio sem sal pra mim. É ruim? Não. É um clássico? Definitivamente; é o último filme de Bruce Lee, o primeiro filme de artes marciais a ser filmado por um grande estúdio americano e ainda conta com a participação do então dublê Jackie Chan. Poderia ser melhor? Poderia ser muito melhor. Se era uma missão de resgate - ou não, deveriam ter colocado o Stallone e trocado artes marciais por um .50.
Lee é um ex-monge Shaolin contatado por uma organização secreta para aceitar participar de um Torneio de Artes Marciais patrocinado pelo misterioso Han. Dentre os competidores estão lutadores do mundo todo, incluindo o playboy e jogador Roper e o afroamericano Willians, ativista dos movimentos negros anti-racistas. A missão de Lee é encontrar uma agente chinesa infiltrada e desbaratar a organização criminosa de Han. Este é um traficante internacional de heroína e ópio e mora em uma ilha fortemente guardada, onde vive como um rei em um grande palácio. (Wikipédia)

Smokey and the Bandit (1977)

NOTA: 9,5
 Nota que os cuzões do IMDB deram: 6,7

Clássicos são clássicos por um motivo. E "Smokey and the Bandit" é com certeza um clássico. Conseguindo a segunda maior bilheteria de 1977 - só ficou atrás de Star Wars (naquela época era apenas Star Wars), a película é um perfeito exemplo de como filmes de ação podem também ser engraçados e agitados. Perseguições invocadas, carros em alta velocidade, Sally Field ainda novinha, um herói canastrão e um vilão com complexo de superioridade fazem de "Smokey and the Bandit" um dos melhores filmes de ação dos anos 70. Além de ter uma das melhores músicas para os momentos de perseguição:


A história gira em torno de Bandit (Burt Reynolds), um - obviamente - bandido que fez uma aposta com Big Eno (Pat McCormick) e Little Eno (Paul Williams) para levar 400 caixas de cerveja Coors de Texarkana, Texas/Arkansas, até Atlanta, Georgia. Caso conseguisse percorrer os cerca de 2140 quilômetros de ida e volta em menos de 28 horas, Bandit receberia 80 mil dólares. É importante lembrar que na época era ilegal vender Coors no leste do Texas sem uma permissão especial. Para ajudá-lo, Bandit com a ajuda de Cledus (Jerry Reed, que também canta o tema do filme) para dirigir o caminhão, enquanto ele distrairia a polícia. Durante a volta, a dupla encontra Carrie (Sally Field), que estava fugindo de um casamento com Junior (Mike Henry), o filho do xerife  Buford T. Justice (Jackie Gleason).